terça-feira, 6 de março de 2012

Pastor Ed René Kivitz afirma que Jesus foi um “marketeiro”, em artigo escrito para profissionais da área

Em um artigo escrito para a revista Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), o pastor Ed René Kivitz, da Igreja Batista da Água Branca, usou a vida e ministério de Jesus como ilustração para explicar ações de marketing e o cotidiano desses profissionais e estudantes.
Pastor Ed René Kivitz afirma que Jesus foi um “marketeiro”, em artigo escrito para profissionais da áreaEd René afirmou que Jesus foi um “marketeiro”, desígnio usado para descrever profissionais que atuam na área do marketing, e que é tido como pejorativo por muitos. Kivitz também afirma que “a verdade é que a teoria que os manuais contemporâneos de comunicação e de marketing ensinam foi praticado por Jesus como sabedoria”.
O pastor explica sua comparação dizendo que “a estréia de Jesus de Nazaré não poderia ser mais extraordinária e midiática: ajoelhado às margens do rio Jordão, Jesus recebe a visita do Espírito Santo, que repousa sobre ele na forma corpórea de uma pomba, enquanto os holofotes do céu se acendem como moldura para o ecoar da voz do Deus Altíssimo que declara em alto e bom som: ‘Esse é o cara’”.
O texto, recheado de termos que definem estratégias e ações de marketing, explica a trajetória de Jesus comparando-o a um “case”, ou campanha publicitária, e ilustra situações do cotidiano da profissão com histórias de Jesus. “Eis uma boa definição de marketing: conjunto harmônico de ações estratégicas que visam a gerar consumidores e ou usuários de um produto ou serviço. No caso de Jesus, o que seria isso que chamamos de produto ou serviço? Arrisco dizer que o que Jesus oferecia aos seus circunstantes (clientes) era, nada mais nada menos, do que ele mesmo: “Eu Sou o Caminho, a Verdade e a Vida”;  “Venham a mim! Andem comigo e vocês vão recuperar a vida”;  “Eu Sou a Luz do mundo”; “Eu Sou o pão da vida”; “Eu Sou a Ressurreição e a Vida. Quem crer em mim, ainda que morra, viverá”; e a mais bombástica das afirmações: “Eu e o Pai somos um: ver a mim é ver o Pai”, escreveu o pastor.
Para Ed René, a vida e obra de Jesus foram simbolizadas de forma a marcar a memória daqueles que são alcançados por sua mensagem, exatamente a fórmula que “marketeiros” buscam aplicar em suas tarefas: “Jesus foi um criativo capaz de ilustrar sua mensagem, pessoa e obra, em ícones mnemônicos: o batismo nas águas, que dramatiza a morte e ressurreição para uma nova dimensão de existência e vida; a eucaristia, quando o pão repartido é o corpo do Agnus Dei, e o vinho é o sangue derramado do Cristo Redentor. Lembro, ainda, que, acima de todas as marcas, reina soberana a cruz, espetáculo de horrores e símbolo da maior expressão passional de um Deus que morre por amor”, exemplificou.

Nenhum comentário:

Postar um comentário