quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Muçulmanos nos EUA estão mais otimistas, diz pesquisa



Muçulmanos nos EUA estão mais otimistas, diz pesquisa
Muçulmanos nos EUA estão mais otimistas, diz pesquisa
Os muçulmanos americanos “acreditam, mais que qualquer outro grupo religioso, que vão melhorar”.
Os muçulmanos que vivem nos Estados Unidos sentem-se cada vez mais satisfeitos com sua vida pessoal, embora um em cada dois diz ter sofrido discriminação, segundo estudo publicado nesta terça-feira, a poucas semanas do 10° aniversário dos atentados de 11 de setembro.
Entre os muçulmanos americanos ouvidos, 60% afirmam ter vida pessoal “que floresce cada vez mais” principalmente nos últimos dois anos, segundo levantamento da empresa Gallup Abu Dhabi, realizada entre 1 de janeiro de 2008 e 9 de abril de 2011 com 870.000 pessoas, entre elas 3.883 declaradas muçulmanas.
Já 37% sentem que devem “lutar” e 3% se consideram “infelizes”.
Mais satisfeitos que os muçulmanos estão os judeus americanos, com 61%, segundo a empresa, que também entrevistou pessoas de outros grupos religiosos nos Estados Unidos, como católicos, protestantes e mórmons.
Os muçulmanos americanos, no entanto, “acreditam, mais que qualquer outro grupo religioso, que vão melhorar”, segundo a Gallup, destacando que este segmento da população “tende a votar nos democratas”.
No entanto, 48% dos muçulmanos americanos dizem ter sofrido discriminação racial ou religiosa mais que qualquer outro grupo; apenas 63% sentem-se “respeitados quando praticam sua religião publicamente” contra 66% dos judeus e mais de 80% dos outros grupos.
Os muçulmanos americanos são os primeiros a rejeitar o terrorismo: 89% denunciam ataques contra a população civil, mais que outros grupos. Um em cada dois acredita que deva levantar mais sua voz contra o terrorismo.
No total, 92% dizem “não ter nenhuma simpatia” pela Al-Qaeda; pensam o mesmo apenas 56% dos protestantes, 63% dos católicos, 70% dos judeus e 75% dos ateus.
Os muçulmanos também são vistos como americanos “leais”, sobretudo pelos judeus (80%), os ateus ou agnósticos (69%), e menos pelos cristãos (de 56 a 59%).
Fonte:Folha.com

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